Poesias

Seguir

Trilhas longas

Deserto

Sede

De amor

Colos?

Quando será real?

Quando não será lenda

Em minha vida

O amor?

Ele me disse segue

Contudo

Antes era bom

Por que lutar

Pela vida

Sofrer

Se já foram décadas

De dor?

Há um tempo de parar

Nem seguir

Nem sonhar.

Camila Tenório Cunha, 01/04/2017

 

Pare o mundo: quero descer.

Num lado poderoso

Ganha eleições

Um xenófobo, homofóbico e racista.

Aqui golpe segue autoritário

Contra todas as conquistas.

Gritar torna-se norma

Dizem que precisamos nos acostumar.

Alguém se acostumou com a escravidão?

O pelourinho ou a chibata?

Em SP 21 jovens desaparecem.

Falar de tudo que vai nos afetar

Passa a ser “doutrinar”.

Ouço ainda

Algo sobre “forçar a amar”.

Onde está o amor sincero?

Aquele amor por todos os seres?

A luz da Vida que brilha em cada ser?

Um cachorro de rua, uma flor?

Um jovem que poderia ser nosso filho?

Esta falta de Amor

Está me causando profunda tristeza

Vontade de parar o mundo

E simplesmente descer.

Camila Tenório Cunha

09/11/2016

Vida segue

 

Um livro que fez diferença,

Ajudou.

Uma imagem que fez diferença,

Animou.

Não tem preço

Ver um sorriso

Naquela dor

Que achamos que nunca

Deixaria de ser tão,

Tão,

Imensa.

Vida segue.

Aqui

E

Lá.

 

Camila Tenório Cunha, 13/10/2016

 

 

Um quadro

Quando nele tem um abraço

E,

Você queria um abraço,

Todavia,

Ele diz que é “o” abraço

Toda dor,

Injustiça,

Tristeza

No instante desta frase

E imagem,

Desaparecem um pouco da Terra.

 

Camila Tenório Cunha

28/09/2016

Pétalas:

 

Qual o sentido de passar pela vida,
Despetalando amizades,
Não observando-a tão florida?

Camila Tenório Cunha
24/04/2016

DSCN3846.JPG

   Morte

Devo morrer logo

Meu estômago dói

A tristeza sufoca

Os papéis afogam

Se perguntarem

Do que foi

Há uma certeza:

Foi de burocracia.

Camila Tenório Cunha

15/04/2016



IMG_0865Acordei (de novo)

Acordei de novo

Com vontade de um abraço

Daquele abraço

Tão calmo

De paz

Do Alexandre Vavallo

Acordei de novo assim

Nada de novo

Mas tem dia que acordo assim

Camila Tenório Cunha  1/04/2016

amor algo essencial

DESERTO

Passos cansados

Neste deserto

Somente horizonte

Quente e Vazio

Solitário.

No peito

Um buraco

Que sangra

Invisível.

Não tenho forças

Para mais nenhum passo.

Precisava de um abraço

Há tempos não recebo um.

Precisava de ouvido

Há tempos não falo

Para algum.

Apenas deserto.

Não tenho mais forças.

Camila Tenório Cunha

29/03/2016

20140923_174716

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Estradas

A vida, às vezes,

Se parece com uma estrada

Que não visualizamos o fim.

A estrada poderia ser congestionada.

Poderia possuir belas vistas edílicas.

Porém,  solitárias,

Injustas muitas vezes

Elas apenas cansam.

E nossas preces ao Alto

São para que termine

O quanto antes

Esta viagem.

Camila Tenório Cunha

28/01/2016

20140923_174716

Padrões

Enquadrados em sistemas

Crenças

De tempo

Espaços

Muitas vezes não percebemos

Um arco-íris se formando

Para além deles.

Camila Tenório Cunha

22/02/2016

20150311_180511

Sobre o luto:

Tudo que posso dizer

É que tem dias melhores

E tem também os piores

Em que a saudade bate

E a vista fica mais  molhada

Pode ser a lembrança

De uma comida que a pessoa

Gostava

De uma música

Que a gente escutava.

Tem dias melhores

E os piores.

Camila Tenório Cunha 12/11/2015

——————————————————————————————————-

Não vamos esperar

 

Não vamos esperar pelas dores

Numa cama

Para reparar como era  bom andar

 

Não vamos esperar pelo além

E  o olhar longe

                                 Para compreender a grandeza do amar       

 

Vamos rasgar as mágoas,

Esquecer injustiças,

Caminhar na grama, na praia, na terra,

Plantar flores, poemas e amores.

 

Porque o melhor tempo

Que nos resta

É o hoje.

O melhor ser humano que temos

Para conviver,

Somos nós.

 

Camila Tenório Cunha

03/11/2015 

     o principio da sabedoria é reconhcer as coisas boas que possuimos.jpg

——————————————————————————————————————————– 

 

Partiu (para Fernando Brant)

Deixou na estação

E na esquina

Olhos marejados

Música muda

Corações parados

Esperando o próximo trem.

Camila Tenório Cunha

(13/06/2015)

———————————————————————————

Acordei

(para Alexandre )

Com vontade de mais uma xícara,

Um papo sobre a vida,

Junto com esta.

Com vontade de um parque

E um abraço em minha cintura.

Idosos na ternura.

Acordei com vontade de dormir

Para lembrar de uma chuva

Que não foi vista.

Mas acordei com vontade,

Sobretudo,

De um amigo longe

Um pouco mais perto.

Camila Tenório Cunha

28/03/2015

…………………………………………………………………………

Arar a terra

 

Cansa arar a terra

Cansa tanta terra

Só verem nossa casca

Suja de barro respingado.

E nos julgar por este barro

Pequenas impressões

Daqueles respingos de lama.

Sem nos conhecerem

De verdade

Adjetivos negativos

Gritos.

Vontade de ir arar

Outra Terra.

Ajudar ao Alto

Arando o Bem.

Lá onde podem ver

Nossas almas

Sem nos julgar

Por respingos.

Porque a dor

Sertão seco

Rouba sonhos

Seca fontes.

Camila Tenório Cunha

19/03/2015

…………………………………………………………………………………………

Somas e adições divinas: 

Tenho em mim tantas somas de rejeições

Que hoje perguntei para Deus

Se poderia fazer minha subtração

E deixar por aqui outra vida

Que talvez fizesse mais falta

Que talvez adicionasse mais

À vida das pessoas.

Tantos queridos foram embora

Por alguém como eu

Que não faria falta à ninguém

Por aqui vai ficando?

Propus à Deus novas somas

E adições de vidas

Por enquanto não tive resposta

E na minha invisibilidade

Desabafo.

Camila Tenório Cunha

15/10/2014

……………………………………………………………………..

Um poeta a menos:

Soube hoje

Que ontem

Um poeta se mudou de plano

A poesia vai sentir sua falta

Amigo Reginaldo

Aqui ficaremos órfãos

De boas palavras

Camila Tenório Cunha, 06/07/2014

…………………………………………………………………………………………………….

Páscoa:

Significa
Viveu
Outra Vez
Um Alguém
que Foi Grande.
Mas significa também
Que devemos viver hoje
Melhor que Ontem
Em generosidade
Em paciência
Diminuindo ambição
Construindo uma nova
humanidade.

Camila Tenório Cunha
20/04/2014

…………………………………………………………………………….

Ucrânia

Que povo foi aquele
Que derrubou um governo
Que queria o seu bem
E colocou outro
Que entregou seus bens?

Camila Tenório Cunha

……………………………………………………………………

Azul

Um azul mar

Faz eu me perder

Em ares, ventos e um som

De voz máscula que me  lembro:

É preciso voltar.

Antes sonhos  tão longíquos

Longe da alma

Longe do querer

Agora um mar tão perto

Que só quero seu abraço

Azul.

Longe, somente  nos sonhos

Antes,

Impossível não sonhar

Agora.

Camila Tenório Cunha

22/02/2013

………………………………………………………….

TIM

Oi, hello!

Tim, where are you?

Claro, of course, not clear that you forgot,

Vivo pensando naquele assobio,

Thinking that whistle

Facing the sea.

Oi,  did you  forget me?

Claro, porque não lhe esqueci.

Because I can’t forget you

Vivo a sonhar com seus olhos

I’m living the dream

With his eyes the color of the sea

Da cor do mar

Tim, where is your sweet smile?

Oi Tim, claro que vivo assim a pensar…

Copacabana will never be the same

Because every day I ‘ll remember that  Renato Teixeira’s song

in the sweet whistle

The sweetest man on earth

And I just know that Tim is his name.

Camila Tenório Cunha, muito longe do mar.

02/08/2012

Rio.

————————————————————————————

Gota

Nem toda gota

É orvalho

Nem toda gota

É da chuva

Tem uma quente

Que embaça a visão

E sai sempre

Na solidão.

Camila Tenório Cunha

06/04/2012

E-mail

Este e-mail vai para Deus:

Cansei.

Sei que Sabe

Que cansei

Sabe cada dor

Deste mundo

Mas preciso Lhe dizer

Cansei.

Camila Tenório Cunha

26/10/2011

——————————————————————-

O Lobo e O Cordeiro:

 

O lobo sempre decide

Se o Cordeiro opina

O lobo ao cordeiro diz:

“Assim é passar por cima”.

 

O lobo sempre julga

SE O cordeiro então cala

O lobo ao cordeiro diz:

“Assim é ser sem  iniciativa”.

 

Não tem jeito: na vida

Os lobos Possuem sempre razão,

Será que não está na hora de uma revolução?

 

Camila Tenório Cunha, início de janeiro de 2010,

passado para cá em fevereiro de 2010.

 

 

 

 Dia 9 de setembro:

Soterrrados

 

 

Soterrados pelo barro

Morrem crianças

Vítimas de injustiça social.

 

Camila Tenório Cunha.

Folha/uol

Folha / UOL

Vamos

 

Vamos juntos cansar

De todos os tipos

De todas as formas

De todos os gritos

De todas as dores

De toda violência

 

Vamos juntos pedir

Todo respeito

Toda Paz

Todo sonho

Toda diferença

Toda alegria

 

Vamos juntos mergulhar

Dentro de todo Diálogo

Dentro de toda comunhão

 

Vamos avançar juntos

Neste mundo sem exclusão

Neste mundo sem fome

 

Vamos juntos perdoar

Todo luto

Toda perda

 

Vamos simplesmente

Amar

 

Camila Tenório Cunha

2002

————————————

Foto de Dor

 

Uma menina sendo velada

 

Idade da minha filha

 

Dor em apenas seis anos

 

Dor em verões seis mortos

 

Dor traz guerra que toda

 

Dor que toda violência Planta

 

E dá fruto amargo

 

Guerras NÃO TEM Piedade

 

Elas não tem mãe

 

Elas não têm filhos

 

Somente Dores

 

Vítimas E

 

Não tem vencedores ou vencidos

 

Somente luto

 

Profundas Tristezas

 

Calados Rostos

 

E para sempre

 

PETRIFICADOS.

 

Camila Tenório Cunha

2002 (para a menina morta em conflito sem Médio Oriente e que teve sua foto publicada na primeira página da Folha de São Paulo.)

————————-

Esperança

 

 

Olhares Jovens Esperanças Colocam:

Numa manifestação

Por um país melhor,

Por um mundo melhor,

Mais justo, sem fome.

 

Jovens Olhares recordamos que todos nós:

Uns com caras pintadas,

COM Palavras Outros

Ou ainda muitas lágrimas,

Alguns Milhares Suor E com enxada.

 

Gritar numa manifestação,

Pelo olhar, pelas mãos,

Soltar-se dentro dela,

Através de cada passo,

Sonhar com ela,

Ser e imaginar cada ato.

 

Todo jovem já fez parte

De alguma forma de protesto

Através do apoio à distância

Ou nenhum conflito direto

Todos nós já fomos

Carlo Giulianni.

 

 

Camila Tenório Cunha

2001

————————————- 

Vento

 

Será este mesmo vento frio

O vento que vai pelo mundo

Percorre tantos pensamentos

Vê Choros e Alegrias

Destruição e Construção?

 

Será este mesmo vento

O vento que vai pelo mundo

Levando ar aos sufocados

Levando brisa aos Aflitos

Vento Que se por infiltração Multidões?

 

Será o mesmo vento daqui

Frio e inverno

Uma brisa suave de lá

Calor e verão?

Será o mesmo ar?

 

Será o mesmo vento frio

A brisa morna

Que aquece alguém

Distante um oceano?

Será o mesmo ar?

 

Então que este ar

Se expanda de alegria

Em paz

Muita harmonia

Chegando até alguém

Do outro lado do Atlântico.

Camila Tenório Cunha

1999

——————————————–

Sono

 

Quero dormir, quero sonhar,

Forrar-me com o manto da tranqüilidade

E enfim quando acordar

Respirar um mundo renovado e sorridente.

 

Quero dormir, quero sonhar

Que os bruxos da mesquinhez e da maldade

Se transformaram em crianças e poetas

A cantar o hino da fraternidade.

 

Quero dormir, quero sonhar

Com a música que abre o botão fechado,

Música Mágica do amor a me embalar.

 

Quero dormir, quero sonhar

Ao ritmo das ondas da Alegria e Cooperação,

Batuque clareia uma que mente e faz dançar.

 

                                                                 1993 publicada (no livro “Poesias à luz do tempo, volume II”, 1995, Campinas_ SP)

————————————————– ———————–

Asfalto

São

Das Flores

Caídas

No Chão

De Meu Ser

Nascente

Que Caminha

Meditante

Sobre a Paz

Distante

E

Um mundo

Irmão.

Camila Tenório Cunha

1994

 

 

 

 

 

 

 

Prisma

 

Um Raio de Sol.

Cortou minha visão.

Uma Gota d’Água

Cortou os sonhos de Pedra.

Um Raio de Sol.

Cortou meu coração.

O Raio de Sol

É só uma partícula.

A gota é só

Uma lágrima.

A lágrima é

Nenhum vaso uma fagulha.

O vaso é uma tocha

E a Tocha floreia toda sala.

O sol atravessa uma lágrima.

Uma lágrima um prisma forma.

O Prisma forma um arco-íris

Que tudo atravessa.

O que o arco-íris derrota

Se chama ódio,

O que ultrapassa o arco-íris

Se chama a matéria,

O que ele embeleza,

Se chama Alma

E o que ele forma

Se chama

Amor.

 

Camila Tenório Cunha

1990

(Poema premiado pela AICLAF e publicado no livro “Letras que Falam”, 1ª Antologia Poética, 1994, RJ, Editora Dois Irmãos Ltda.)

 

 

Súplica

 

Nossa faz Súplica uma nave azul

Pela Paz.

Escutemos seu canto triste

Pela Paz.

Este imenso Azul canta em coro com as baleias

Pela paz.

Canta também o branco junto com as mães focas

Pela Paz.

O cinza dos viadutos, junto às crianças sem lar, canta

Pela Paz.

O Verde queimado por negligência canta

Pela paz.

O marrom da terra abandonada sem uma enxada canta

Pela paz.

O vermelho, das Vítimas de balas perdidas, canta

Pela Paz.

O roxo, das bocas famintas, canta

Pela Paz.

 

Cantam todas as cores sem igual num prisma

Por um mundo pacífico, com justiça,

Onde todos sintam o prazer de Ser Fraterna,

Percebam que núcleos Misturadas,

Sem discriminação e preconceito,

Formam como visadas mais cores.

 

Cantam todas as cores num arco-íris Universal

Pela Paz interior que se irradia

Sem ganância, sem maldade,

Sem violência e hipocrisia

Por um verdadeiro mundo

De Amor e

Paz.

 

Camila Tenório Cunha

04/09/1998

 

 

 

 

 

Sonhe

 

Mais rápidos caminhamos cada vez …

Respiramos cada vez menos …

E sonhos não existem …

Apenas alguns quereres ….

O imperativo querer.

Mas sonhos não existem.

 

Sonhos são puros como o olhar da criança

Que busca na ventania uma forma de voar

E com uma pipa que voa!

Sonhos são harmoniosos como aquele assobio

Que vem de algum lugar

E não sabemos de onde …

Porém de alguma maneira nos traz harmonia!

 

Sonhos não são quereres passageiro, é querer porque

E sonhos são eternos … uma pipa da infância sempre Voará

Quando olharmos o azul e sentirmos o vento!

 

Sonhos não são quereres, porque o querer muitas vezes é egoísta

E bons sonhos são divididos de Serem … Como é bom sentir

Que muitos sonham juntos um mundo lindo, de modo realista!

 

Precisamos voltar a Sonhar sonhos porque las

Revolucionam

Precisamos voltar a sonhar sonhos porque las

Transformam

Precisamos voltar a sonhar sonhos porque las

Transcendem.

Sonhar sempre, sem medo, com fé e razão:

Amar É.

 

 

Camila Tenório Cunha

1998

————————————————– ————————–

Banda de Ouro preto

Banda de Ouro Preto

Banda:

Toca em festas, festivais.

Traz música ao silêncio das construções.

Traz movimento à inércia das Multidões.

 

Camila Tenório Cunha

 

Palavras

 

Mãos e palavras

Consolam, erguem

Ou empurram.

 

Palavras ditas,

Palavras Caladas,

Algumas isolam

Trazem solidão,

Outras, união.

 

Algumas Palavras Ditas

Pelas costas,

Machucam, malditas São Paulo.

 

NaSciDaS de INJUSTIÇAS,

Mal entendidos,

Trazem tristezas

E ninguém percebe

Ou descobre o motivo.

 

Mãos e palavras

Afagam

Afogam Ou,

Cosntroem

Ou destroem.

 

 

Camila Tenório Cunha

………………………………..

 Jovens, Mudança e diálogos.

No Youht Blast com minha filha.

Só fui parar no Youth Blast porque minha filha tem isso que quase nos esquecemos dos jovens: esperança com energia para mudança!

O mundo então não vai acabar

Embora sempre pareça que vá

Vem os jovens para nos salvar

E nos lembrar dos caminhos

E dos descaminhos

Que devemos e não devemos

Trilhar!

Camila Tenório Cunha

30/12/2012

 

 

 

 

          

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3 Respostas para “Poesias

  1. ESTELA MARIS

    Uma certa ocasião
    meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante.
    Por muito tempo moramos numa casa,
    como ele mesmo dizia,constantemente
    AMANHECENDO.
    Adelia Prado

  2. AnaPaula

    Amei! Parabéns!

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